Greve no transporte coletivo continua em Chapecó
Intimados pelo Ministério Público na tarde desta sexta-feira (17/06), o encontro de três horas de negociação não apresentou avanços.
Também ontem os dirigentes do Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos de Chapecó reuniram a imprensa onde colocaram a posição dos empresários sobre a greve dos trabalhadores.Na coletiva foi apresentada a proposta de concessão de 6,5 a 7% de aumento salarial, o que segundo o sindicato representaria um ganho salarial de 1,3%.O que estaria emperrando a negociação é a cláusula social, que o Sintroeste justifica que está em vigor até 2012, sob o argumento de que está sendo cumprido o que fora acordado no ano passado.E durante a entrevista o presidente do Sintroeste, empresário João Scopel, denuncia vandalismo contra os coletivos da Auto Viação Chapecó. A empresa ingressou na justiça contra o sindicato dos trabalhadores e o presidente Rubismar Cruz.Questionado, Scopel descarta a “caça as bruxas”, ou seja, a demissão de grevistas.O dirigente do Sintroeste enfatiza que durante a greve a população não ficará desassistida.O empresário também questiona a legitimidade da comissão de negociação que representa os trabalhadores.Em entrevista ao departamento de radiojornalismo da Super Condá, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo, Rubismar da Cruz, contesta a nota do sindicato patronal.
Para o dirigente sindical a intransigência é do Sintroeste.
Quanto à falta de acordo, Rubismar Cruz, reclama das propostas apresentadas pelo Sintroeste.O dirigente sindical também contesta a denúncia de violência por parte dos grevistas.
A greve é por tempo indeterminado, enfatiza o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Rubismar Cruz.
Rádio Super Condá
Também ontem os dirigentes do Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos de Chapecó reuniram a imprensa onde colocaram a posição dos empresários sobre a greve dos trabalhadores.Na coletiva foi apresentada a proposta de concessão de 6,5 a 7% de aumento salarial, o que segundo o sindicato representaria um ganho salarial de 1,3%.O que estaria emperrando a negociação é a cláusula social, que o Sintroeste justifica que está em vigor até 2012, sob o argumento de que está sendo cumprido o que fora acordado no ano passado.E durante a entrevista o presidente do Sintroeste, empresário João Scopel, denuncia vandalismo contra os coletivos da Auto Viação Chapecó. A empresa ingressou na justiça contra o sindicato dos trabalhadores e o presidente Rubismar Cruz.Questionado, Scopel descarta a “caça as bruxas”, ou seja, a demissão de grevistas.O dirigente do Sintroeste enfatiza que durante a greve a população não ficará desassistida.O empresário também questiona a legitimidade da comissão de negociação que representa os trabalhadores.Em entrevista ao departamento de radiojornalismo da Super Condá, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo, Rubismar da Cruz, contesta a nota do sindicato patronal.
Para o dirigente sindical a intransigência é do Sintroeste.
Quanto à falta de acordo, Rubismar Cruz, reclama das propostas apresentadas pelo Sintroeste.O dirigente sindical também contesta a denúncia de violência por parte dos grevistas.
A greve é por tempo indeterminado, enfatiza o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Rubismar Cruz.
Rádio Super Condá
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